Gotas » Energias alternativas e a matriz elétrica brasileira
Atualmente, essas energias representam 3,5% da matriz de consumo elétrico nacional. Integram o programa as energias eólica (dos ventos), de biomassa (bagaço da cana-de-açúcar queimado) e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Entre os países europeus, a fonte eólica já é utilizada há muitos anos, com destaque para a Dinamarca, que extrai dos ventos 20% de toda energia consumida. Outra energia alternativa que não está contida no Proinfa é utilização do sol para esquentar a água (uso dos coletores solares instalados no topo dos edifícios ou no telhado das casas). O governo federal estuda lançar um amplo projeto interministerial para aumentar a utilização desta alternativa energética. Atualmente, o maior entrave para o uso dos painéis solares é o custo, entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. O acesso aos coletores poderia ser superado por meio de linhas de crédito. Para conhecer mais sobre a energia solar e seu potencial no Brasil, clique no e-book “Um Banho de Sol para o Brasil” publicado pelo Vitae Civilis. |
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