Gotas » Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental Várzea do Rio Tietê

 
Enviada por: Rafael Martins
Etiquetas: rio; tietê; plano; várzea; conselho; gestor; manejo;

Por Ramon Zago
Hoje, dia 14 de março de 2010, ocorreu a fase de reconhecimento do território do grupo de trabalho responsável pelo processo de estudos e de proposições em torno do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental Várzea do Rio Tietê. O projeto é uma iniciativa do Conselho Gestor da APA, coordenado pela Fundação Florestal em parceria com a Escola de Artes, Ciências e Humanidades – EACH/USP e com o Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – FFLCH/USP. O grupo tem como objetivos elaboração do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental Várzea do Rio Tietê, consolidação e georreferenciamento dos limites da APA e elaboração de uma minuta de lei para ampliação dos limites da APA.
O calendário de atividades inclui oficinas de trabalho são direcionadas por etapas e correrão descentralizadamente nas 12 cidades envolvidas. Primeira oficina tem como tema de debate o Diagnóstico Socioambiental, na segunda será realizado um planejamento inicial, da terceira será debatido o Zoneamento e na quarta será encaminhado um planejamento conclusivo. Tendo em vista as diretrizes participativas, o processo promoverá em um grande fórum quando a participação deverá se estender a todas autoridades e atores locais em um mesmo encontro.
A equipe admite que os desafios são muito grandes tendo em vista que existe uma contexto teia de institucionalidades que atuam sobre o território da APA da Várzea do Rio Tietê. Há um indicativo de que este processo deve incluir as variáveis técnicas e políticas a partir das contribuições dos atores locais. O CEPPS estará presente neste processo representando os interesses da conservação ambiental e da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas.
Já neste etapa inicial de reconhecimento os grupos econômicos atuantes no município de Suzano estiveram presentes e pediram a palavra para anunciar seus interesses em um discurso que opõem as variáveis econômicas e ambientais. Neste sentido, a atuação do CEPPS e das organizações de defesa do meio ambiente no Alto Tietê precisam estar presentes para contrabalancear as forças políticas neste processo de construção das diretrizes de ocupação das Várzeas do Rio Tietê.

 
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