Gotas » Tecer de e para Nietzsche

 
Enviada por: Rafael Martins
Etiquetas: poesia, vida, sentim;

Por Felipe Roberto Martins*

Eu {não} preciso pensar...
Por(que) sou um [pensa]mento de cimento, que por, só, pensa, que pensa...
Sou (con)creto. Quase uma Torre de Babel, urra... "A Torre" - carta XVI.
Não precisas das estrelas, cisão. Prá quê?
Afinal sou/ és uma delas!
-...bem longe - fuga -, ou mais perto do que imaginas...-
Água viva da vida psíquica.
Ciclo psíquico. Quebrado. Será mesmo {eu}... ou a [Dor Dor]?
Eu preciso, precisar. A#dor#o a Dor, o Dor.
Porque é preciso da necessidade, para saber e "sapiender" que vale, um Vale a pena, sem penas ou {pena}, em lágrimas, meu mar não é salgado, é único e doce.
Curável.
Retalhos. Curtos e grossos. Sujos cujos.
O pretérito é apagado!
O futuro pulsa e sangra, angra... nasci.
O imediato. É imediato. Somos imediatos. Imedia. Interliga. Liga!
Ultrapassa. [...passa...], {...repassa...} Rasgaaa os mares e as marés. Rasga???
Conhece-a, livra-se, lavras, destrói e reconstrói para construir - e ir.
Pela Dor..., ou pelo Amor..., vai por Dor++++...
Trilha as trilhas novas e já vividas, vida. E você já sabe...
A beleza (ele) não é a chegada, chega, finda ou começa... e sim o que você encontra, contra, o que você encontra...? ...pelas [ver]edas, as pedras, a água viva.
Alegre. Triste. Chateado. Cansado. Humilhado. Pisado. Recalcado, calcado!!! Digo e grito:
- ACABA TUA DOR DOR!!! Não tem mais penitência, você já pagou!!!
Erra, erra, erra as contas, faz outras contas, conta!!!
Caminha, minha, energia, agita, touro selvagem domável, pelas [águas profundas] dos oceanos dos meus mundos imundos e universos, galáxias.
Só que não é tão simples.
Exige preparação. Prepara. Assim, porque não sim.
Nada nem ninguém está pré ou pre{parado}!
É uma felicidade ...(...são várias...)..., cidade longe, que ninguém espera, nem você...
Ninguém espera, "péra", e muitas, e muitas e muitas, vezes, infinitas muitas mais, deseja. Seja...!
Porque [Ela] se torna - torna - maior que todos [Nós]! Sem "nós"...
Dá medo, transtorna - torne novamente, {trauma}tiza e torna.
Faz da escuridão luzes - luz - transgressoras, sem agradar ou agredir...
Transfigura a figura.
Tem que estar e (...está...) pronto para... "para" tranfiguração - ação.
Brilha numa ilha, cristaliza, alisa o brilho do Destino. Encontro (contra) das águas ou das almas. Calma...!!! Eu grito!!!
Destinos, as Moiras tecem em algum lugar {ele}s.
Esteja pronto para descobrir e cobrir... ou não...
Um mundo o [meu] mundo que já (é)s s{eu}, são. Inúmeros, números, já "Hera"... era... É. SÃO!
Nem "Z-eu-s" consegue e segue mudar, mude, a "Sorte", o "Destino" e a "Fatalidade" escrito no livro de Moros.
Quem tem medo (...o que é isto...?), teme!?,... ou do que temer...? Pule de olhos vendados, não se venda, é a minha humana, profana e divina atitude - Arcano maior VIII.
Aleluia, amém...!!!
Tem que ser lido e vivido em voz alta para haver, existir o efeito mágico! E vida!!! Ida!!! E ler para ver, várias vezes "coisas", e sentir. ESTÁ NO RITMO DO MEU PENSAMENTO.

* Felipe Roberto Martins é professor de português e literatura, hoje coordenador do Ensino Médio na ETEC Suzano.
 
Rua General Francisco Glicério, 995 - sala 43 - Centro - Suzano - SP
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